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segunda-feira, 2 de junho de 2014

KamiCon



Capítulo 1: "Que haja luz"

Depois de Masahiro Watanabe, um jovem de 15 anos introvertido e pervertido, voltar da escola ele flagra sua mãe analisando novamente mais um de seus mangás Hentais, mas dessa vez ela usava um estranho capacete:

—Mãe, de novo?! E pra que esse capacete?! 
Disse ele enquanto arrancava o mangá das mãos dela
—É pra me prevenir, o último Hentai seu que eu li estava tão agressivo que me deixou assustada. Eu pensei que aquelas cobrinhas iam bater na minha cara!
—Não sou eu que viro meu quarto do avesso para procurar algo que você considera assustador... Argumentou 
Masahiro.
—Eu só estava brincando, depois do seu pai eu sinto que aguento tudo! E por falar no seu pai, ele deixou isso para eu te dar quando completasse 15 anos.
—Você se atrasou um pouco, não? Já passou quase meio ano desde o meu aniversário!
Sério?! Mas sendo mais exato, quando mais ou menos foi isso? Disse ela com um olhar sarcástico.
Masahiro seguiu quieto para seu quarto com uma vontade de mandar sua mãe tomar no cu.
O pai de Masahiro era muito apegado a seu filho, os dois se amavam muito até o dia de sua morte. Além disso, foi dono de uma empresa de jogos, mas tal empresa “faleceu” junto com ele.

Quando chegou no quarto, 
Masahiro ficou se perguntando sobre a função do capacete até ele arriscar colocá-lo. Ao fazer isso, Vários hologramas com códigos começaram a aparecer diante dos olhos do garoto que se fecham, e, quando se abrem, Masahiro se vê numa altura acima das nuvens e está em queda livre. Sua expressão de tédio se torna em uma de desespero e mais tarde se torna em algo indecifrável por causa do impacto com o chão.
Um garoto que ia para a escola viu aquela cena aterrorizante e imediatamente chamou a ambulância.

Masahiro acorda totalmente coberto por um lençol ensanguentado dentre de um quarto escura com vários óbitos na mesma situação dele. Obviamente Masahiro é novamente consumido pelo desespero e corre para a primeira porta que aparece, levando-o para um corredor de um hospital. Masahiro sem se importar continua correndo, ele só pensava em correr e precisava se afastar para poder recuperar a consciência e entender a situação.

Por algum motivo 
Masahiro estava mais forte que o normal, seu folego não diminuía e os médicos não conseguiam pará-lo.  E finalmente ele acaba nas ruas onde ele despista os médicos. As pessoas em volta estavam se sentindo incomodadas com um jovem coberto de sangue até um homem se aproximar dele:

—Es-está tudo bem, garoto? Perguntou o homem
—Ah, isso é... hum... um cosplay! E.. Eu... estou atrasado para um evento lá no...
—No?
—Em **** Respondeu 
Masahiro
—****? Você não quis dizer *****?
—S-sim, e onde exatamente é esse bairro? (que droga de lugar é esse?)
—Só seguir 6 quarteirões para frente.
—Obrigado.

Masahiro seguiu as instruções e foi até lá na esperança de encontrar sua casa, mesmo sabendo que o nome do bairro era apenas semelhante. Agora, ele está duvidando sobre onde ele está, Masahiro nunca ouviu ou foi em um bairro com um nome desses, até porque ele não existe no mundo real. Foi então que ele lembrou que tinha colocado o capacete e adormeceu. “Será que fui levado a uma realidade virtual? ” Pensava o garoto.

Depois de vagar pelas ruas daquele bairro e sem reconhecer nada em seu caminho, 
Masahiro se depara com uma casa que tinha uma placa com seu sobrenome. Sem outra alternativa ele foi até ela e tocou a campainha, mas ninguém atendeu. Depois de esperar por alguns minutos, Masahiro tenta girar a maçaneta, e a porta se abre. “Se tem o meu sobrenome eu tenho o direito de entrar, não é? ” Pensa Masahiro enquanto entrava na casa. Ao seguir pela casa sem nenhuma iluminação, ele escuta um barulho no segundo andar, e segue até lá. No segundo andar tinha uma porta com uma luz saindo por de baixo dela e pelo som, era alguém tomando banho. Masahiro segue lentamente até a porta até o som do chuveiro cessar, deixando-o paralisado. Ele percebe que alguém nu ia sair dali e ele precisava se afastar, mas já era tarde, uma jovem mulher, em torno dos 20 anos, hipnotiza Masahiro com seus seios enormes. Obviamente, ela não ficou parada olhando um jovem ensanguentado encarando seus seios e deu uma bela surra nele.

—Quem te deixou entrar?! Vou chamar a polícia! Exclamou ela
—Calma, calma! Eu posso explicar! 
Masahiro tenta acalma-la
—Então desembucha!
—Não sei se você vai acreditar, mas eu vim de outro mundo e várias coisas aconteceram, e a placa da casa com meu sobrenome foi a primeira esperança que eu achei para sair daqui. Me desculpe, não irei mais incomoda-la.

De repente a mulher se curva para 
Masahiro:

—Eu que me desculpo, Senhor deus. Pode me punir como quiser.
— Eh?! Eu não irei te punir, e o que é esse negócio de deus?
—Você se chama 
Masahiro, certo?
—Sim, mas como você sabe?!
—Seu pai era deus deste mundo antes de você, e ele me disse que você viria. Mas eu pensei que ia ser tipo uma semana e não 11 anos (Ele realmente não se lembra).
—Ha ha, me desculpa se eu demorei o... qual é o seu nome mesmo?
—Ah! Me esqueci. Meu nome é Shiori, Shiori 
Watanabe.
—Watanabe?
—Sim, Afinal eu não nasci, fui criada por seu pai.
—Isso soou meio estranho. Então somos irmãos? (finalmente uma arma que derrube a minha mãe!).
—Mais ou menos... Então, eu vou me vestir agora se você não se importa, ok?
—Ah, sim! Me desculpe!
—Me espere na sala.
(Nua porém calma só porque sou um deus... Interessante.) Pensou Masahiro.

Depois de alguns minutos, Shiori volta com uma roupa de empregada igual as usadas por funcionárias de um café cosplay e um CD.

—Em-Empregada?!
—Sim! Mas nem me pergunte por explicações, pois tudo está nesse CD.

E então Shiori colocou o CD num DVD Player, o vídeo era de Mitsuo Watanabe, pai de 
Masahiro, que havia o gravado enquanto estava naquele mundo. No vídeo se encontrava Masahiro e Shiori no fundo quando mais novos, e nele seu pai disse:

“Olá 
Masahiro. Bem, se você está vendo esse vídeo, já deve ter completado seus quinze anos, mas não irei te parabenizar porque provavelmente sua mãe se esqueceu e já passou seu aniversário. Irei direto ao assunto, você entrou numa realidade virtual que, de agora em diante, é sua. Isso mesmo! Você será o deus desse mundo, e poderá fazer o que quiser como deixa-lo normal como nosso mundo, torna-lo num inferno ou abrir o painel manual com o comando “Keyboard open”, sair para o mundo real e jogar aquele capacete tosco fora. Mas se aceita cuidar desse mundo, como deus você tem seus “poderes divinos”, mas não é algo que eu possa te ensinar, você descobrirá com o tempo. Aquela ali atrás brincando com você é a Shiori, ela será sua criada e ela irá te seguir até o fim do mundo.
O que mais... Ah! Mais uma coisa, não vá achando que como deus você terá tudo na mão, pois nesse mundo há um “bug” que eu resolvi deixa-lo. Esse “bug” é uma família com a habilidade de selar seus poderes, ou seja, coisas como “super soco” não farão efeito. Esse poder é hereditário, e obviamente, esse poder foi passado para a filha única da família que tem a sua idade, agora tenho que ir, é mais ou menos nesse horário que sua mãe costuma me dar uma cotovelada na barriga no mundo real, então tchau, filho”.

A frase “você será o deus desse mundo” ecoou na mente de 
Masahiro, deixando-o diferente, ele estava ansioso para iniciar seu trabalho. Estar ciente de ser “o mais poderoso” mudou o garoto introvertido e pervertido para um deus extrovertido, mas ainda pervertido. Shiori se assusta com sua mudança, tirando suas esperanças de um mundo melhor. Masahiro pensava no que ele pode fazer, e as influências de animes já foram o bastante para encher uma enorme lista em seu teclado virtual. Mas a ideia que mais irá atrai-lo estava atrás da porta e tinha tocado a campainha:

—Eu atend-
—Eu atendo!
Masahiro interrompe Shiori e corre para atender a porta. Era o garoto que tinha testemunhado a queda que Masahiro sofreu, ele estava com seus pertences.—Quem é você? Indagou Masahiro.
—Você realmente está de pé?! O garoto se espantou
—O que?
—Desculpe... er... eu sou a pessoa que te socorreu naquele acidente, aqui está seus pertences.
—ah, valeu... mas como você conseguiu me encontrar?
Garoto: O endereço escrito nos documentos da sua carteira.
—Sério? (Porque eu não peguei a merda da carteira antes de me desesperar e fugir do hospital?).
—então aquilo foi uma ilusão...
—Ilusão?
—Eu tinha jurado que você tinha caído do céu, mas é impossível alguém sobreviver caindo de lá. Que besteira, ?

Enquanto Masahiro ignorava completamente o que o garoto falava, a ideia que mais iria atrai-lo apareceu em sua mente:

Você gosta de alguém?
—Porque uma pergunta dessa tão de repente?!
—Apenas responda!
—S-Sim... mas qual é o problema? Todo mundo passa por isso, né?
—Então está bem!
—Está bem o que?
—Eu vou te ajudar a conquistar essa garota como agradecimento por ter salva minha vida.
A ideia de 
Masahiro era fazer uma história de romance, onde ele será o autor da história.

Capítulo 2: Adão

(já vi que esse cara é maluco, nem vou dar bola pra ele). Pensou o garoto

—Bem, então vou indo, não posso me atrasar para a janta. Disse ele como desculpa para escapar daquela situação.

O jovem segue para sua casa e Masahiro fica na porta de casa pensativo.

—Bem, eu ainda não tenho esses tais poderes divinos, então, pelo menos, vou descobrir onde ele mora. Disse Masahiro que começa a seguir o garoto a distância.

Desde que chegou a esse mundo, Masahiro se sentia estranho por ter se esquecido de algo, e para piorar, ele foi surpreendido pelo sinal de pedestre vermelho de uma rua movimentada que o outro já havia atravessado. Ao olhar para o lado, ele vê uma bela garota e então ele se lembra, dos horrores que ele sente da realidade. Esse medo derruba Masahiro em direção ao asfalto, na rota de um carro que se aproximava em alta velocidade. O carro passa sem diminuir, e Masahiro havia desaparecido dali, como mágica. E tudo isso foi testemunhado pela jovem que nem deu tempo de pensar em salva-lo.

Masahiro acorda num terraço de um edifício sem roupas.

—O que aconteceu? Disse ele enquanto se levantava e esfregava a cabeça.

(A um segundo eu estava para ser atropelado, e, de repente, eu vim parar aqui sem... SEM ROUPAS?! Então só há uma explicação plausível: teleporte). Pensou ele sem se importar com o fato de estar nu.

—Como foi que eu fiz mesmo? hm... eu acho que foi ass-

Sua fala é interrompida pelo uso inesperado de sua primeira e nova habilidade, o teleporte. Tal poder o envia para o topo de outro edifício, e, ao olhar para a calçada abaixo, ele vê o garoto seguindo seu caminho para casa. Masahiro, mesmo querendo andar pelado no meio de uma multidão, segue-o furtivamente se teleportando de prédio em prédio. Quando Masahiro já não aguentava o frio entre suas pernas, o alvo chega em casa.

—Finalmente! Acho que deveria ter escolhido alguém que mora mais perto... Bem, agora eu-

De repente, uma mensagem holográfica escrita "Time out" aparece em sua frente flutuando, fazendo com que Masahiro retornasse ao mundo real.

—Eh? Indagou Masahiro.

Masahiro se sente confuso por ter sido forçado a sair do mundo virtual. Seu despertador estava tocando e marcando 6:00 AM.

(6 horas?! Bem, considerando o fato de que passei um dia inteiro lá, eu não deveria estar surpreso. Ao menos eu sei onde ele mora.) Pensou Masahiro enquanto vestia seu uniforme escolar.

No caminho da escola, 
ele é surpreendido por Ayumi, sua amiga de infância e atual colega de classe. Masahiro sempre foi introvertido, ele só se abria com seus pais, mas ayumi  era uma exceção.
Noname é uma garota bonita, inteligente, esportiva e acolhedora. Porém ela sempre se preocupou com Masahiro, pois, já que era tímido, ele era vítima de bullying às vezes. Então, ela se dedicou a protegê-lo e educá-lo na força bruta. E é por isso que a mãe de Masahiro é relaxada.

—Ayumi?! Masahiro ficou surpreso.
—Ah! bom dia, Masahiro-kun. Cumprimentou Ayumi.
—O que aconteceu?! Perguntou Masahiro preocupado.—Calma, só estive doente por um dia.
—Você doente? Então a demônia não é invencível. Mas da próxima vez me deixe cuidar de você, adoro brincar de médico!
*soco*
—Ai, Parei! Masahiro ficou angustiado
—Você já está me deixando doente de novo com a sua perversão, seu idiota!
—Me desculpe, é que eu estou animado!—Animado com o quê?—Hehe, segredo. Respondeu Masahiro enquanto voltava a seguir seu rumo para a escola com ayumi logo atrás curiosa.

Ayumi também é uma garota ocupada com tarefas extracurriculares. Por isso, não teve outra chance de refazer aquela pergunta naquele dia.
Após as aulas, 
Masahiro segue diretamente para casa para continuar o que ele havia feito no outro dia. Ele entra em seu quarto, coloca e ativa o capacete, e, ao se conectar ao mundo, ele aparece no mesmo lugar que ele esteve da última vez, porém estava amanhecendo.

Oh! então o horário daqui realmente não é sincronizado com o mundo real, da última vez eu entrei em torno do mesmo horário e o sol estava se pondo. Contempla Masahiro.

Masahiro em cima de um edifício e, sem notar, com suas roupas de volta, se depara com o garoto com seu uniforme escolar indo para a escola. Então ele o segue até chegar em seu destino.
(Então essa é a escola dele... Bem, nada vai acontecer se eu ficar parado aqui. Vamos conhecer o terreno e ver as possibilidades). Pensa Masahiro enquanto entrava no edifício.
Os alunos se sentiam incomodados com a presença de Masahiro por estar sem uniforme e não ser conhecido por ninguém. O mesmo ignorava os olhares por se sentir superior, até que ele se depara com a presidente do conselho estudantil.

—Ei, quem é você?! Perguntou ela.
—Não é de seu interesse. Respondeu ele enquanto acenava de costas seguindo seu rumo
"Não é de seu interesse"? Eu sou responsável por praticamente tudo o que acontece nessa escola, ou seja, tudo o que acontece é de meu interesse. Disse ela enquanto parava Masahiro colocando sua mão em seu ombro.
—Quer mesmo saber? Eu o deus desse mundo! Você não pode me impedir de fazer algo. Posso até apalpar seus-

A fala de 
Masahiro e interrompida por um soco vindo da força monstruosa da presidente do conselho, arremessando-o para o campus da escola. Ele fica enfurecido, mas não pelo fato dele ter levado um golpe, mas sim por causa de suas falas que são interrompidas por algum evento. O autor dessa estória gosta de coisas inesperadas. Masahiro também ficou surpreso pela força dela, então shiori, que havia o seguido, lembra-o sobre mensagem de seu pai que falou sobre uma pessoa que não pode ser atingida por seus poderes, seja ataque ou defesa.

—Parece que as coisas estão ficando cada vez mais interessantes. Disse Masahiro enquanto se levantava.
—Você vai mesmo voltar lá? Perguntou Shiori
—Mas é claro! Mas eu não vou pela frente para levar outra surra daquela gorila. Dessa vez, irei pelo terraço.

Masahiro usa sua habilidade para chegar lá, e, por sorte, as turmas estavam no intervalo, possibilitando a visão de quase todos os alunos. No meio deles estava sua presa, conversando com uma garota. Ele fica surpreso, pois aquela garota era a mesma que o testemunhou quase sendo atropelado. Então Masahiro planejou evitar ser visto por ela, e para isso, ele se teleporta para a copa de uma árvore próximo a eles, o que torna possível escutar a conversa.

—Não é nada não, Nakamura-kun. 
—Ma- mas, Sasaki-san, você está bem pensativa hoje... Tem certeza de que não aconteceu nada?
—Você não acreditaria... Disse ela desviando o olhar para baixo.
—Depois das coisas pelas quais eu passei ontem, não tem como não acreditar em você.
Masahiro, escondido na árvore, estava pensando no fato de nem ter perguntado o nome de Nakamura. A expressão séria de Nakamura cativou os olhos de Sasaki, fazendo-a acreditar em suas palavras e dizer o que tanto a incomoda.
—Foi quando eu voltava das compras para o jantar. Eu estava esperando para atravessar uma rua eu vi um garoto loiro com uma expressão assustadora. Então, de repente. ele caiu na rota de um carro que vinha em alta velocidade. Mas, quando o carro, não havia nem mais vestígios dele por ali. Naquela hora eu pensei que era coisa da minha cabeça, mas agora...
—E eu vi um cara caindo do céu. (não posso dizer que era o mesmo maluco, não quero preocupa-la).

O tom de voz de Nakamura soou um tanto sarcástico, mas foi o suficiente para deixar Sasaki irritada.Sendo assim, ela apenas se vira e vai embora sem dizer uma palavra. Ele fica confuso e magoado por ter deixado-a com raiva. Então aparece Masahiro caindo da árvore depois de tanto rir, e, se aproveitando da queda, ele dá uma voadora em Nakamura e rapidamente se teleporta para o topo da escola. Nakamura se forçou a acreditar que uma pedra deu rasteira nele.
Após a aula, Nakamura estava a caminho de casa, quando é surpreendido novamente por masahiro.

—Você de novo?! Perguntou Nakamura já furioso.
—Fala como se eu tivesse tomado um gelo e uma voadora hoje de manhã, He he. Masahiro falou num tom sarcástico.
—Seu- pera aí, como foi que você se escondeu tão rápido depois?
—Talvez eu te conte se você me deixar ser seu cupido.
—Eu não quero saber.
—O que você tem contra o teleporte? Masahiro continuou com seu sarcasmo.
—Pare de achar que você é o super poderoso! Você não é nenhum cafetão ou super humano.
—Quer que eu te mostre?
—Mostrar o quê?
—Meu teleporte, óbvio! Ou você quer se seduzido pelo meu poder cafetão?
—Ha, duvido que consiga. Lembrando que estou falando do teleporte, seu desgraçado!
—Está bem, aí vai!

Então, Nakamura começou a encara-lo profundamente, esperando que algo acontecesse. Quando ele resolveu olhar em sua volta, só conseguiu ver um céu alaranjado sendo encoberto pela escuridão da noite.—Aah! O que é isso?! Onde estou?! Gritou Nakamura quase infartando.

—Gostou? Foi assim que eu cheguei a esse mundo!
—Me leve de volta pro chão!—He, primeiro admita que eu sou um deus que vai ser seu cupido!
—Sim! Sim! Você é um deus que vai ser meu cupido, agora faça-o!
—Sério, já admitiu? que chato, pensei que você só iria fazer isso a metros do chão. Teria sido legal e dramático, mas tudo bem.
Masahiro utiliza novamente seu teleporte, levando ambos para o local onde estavam antes.
—E então? Disse Masahiro com um sorriso sádico em seu rosto.
—Faça o que você quiser. Disse Nakamura enquanto se virava de costas.
Depois daquilo, Nakamura foi a caminho de sua casa sem dizer mais uma palavra, e Masahiro voltou para o mundo real para planejar seu próximo movimento.

Capítulo 3: Atenas (Ainda não terminado)

No mundo virtual, a aula da escola de Masayoshi Nakamura, a "presa" de Masahiro Watanabe, estava para começar, foi então que Masayoshi avista Masahiro usando o uniforme escolar. Obviamente, ele corre em direção à Masahiro.

—Você, o que faz aqui com o uniforme da minha escola?! Perguntou Masayoshi irritado
—Não é só uniforme da sua escola, como também é seu uniforme. Respondeu Masahiro
—Hã? Quando foi que você- Deixa, não quero entrar em detalhes, mas o que faz aqui?
—Não está claro? Agora eu sou o seu senpai!
—Senpai? você é mais velho do que eu?
—Eu sou deus, por isso posso ter qualquer idade.
*O sinal toca*
—Opa! Está na hora do senpai se focar nos estudos. Disse Masahiro enquanto corria para a aula.

Masahiro espera na porta da sala para ser apresentado à sala pela professora.

—Atenção, turma! hoje irei apresenta-los um novo colega de classe! pode entrar, docinho.

Após ela ter dito isso, cortinas pretas cobrem a janela. As cortinas haviam sido jogadas por Shiori, a empregada de Masahiro, que estava no telhado da escola. Depois de algum tempo a cortina é solta, iluminando a sala novamente e possibilitando os alunos de verem Masahiro sentado na mesa do professor. Todos ficaram admirados e curiosos sobre como ele chegou ali -no caso foi com sua habilidade de teleporte-.

—Olá meros mortais, meu nome é Masahiro Watanabe, o deus deste mundo. Quando forem se satisfazer sexualmente, lembrem-se de mim, garotas.

Uma cadeira é arremessado contra o exibido, mas o mesmo se desvia.

—O que você faz aqui novamente? Perguntou a pessoa que arremessou o projétil.
—Você é a segunda pessoa que me pergunta isso, senhora presidente. Respondeu Masahiro com um sorriso estampado no rosto.

Logo depois a professora interrompe a conversa, dá uma bronca na presidente do conselho por ter arremessado uma cadeira, e faz a sala se acalmar. Por sorte da turma, Masahiro é colocado para se sentar longe da presidente. Com isso, os dois objetivos do Masahiro são completos, onde o primeiro era de se aproximar de Masayoshi ,e, o segundo, era de fazer o mesmo com a presidente.
A mesma, após as aulas, vai para a sala do conselho estudantil ainda resmungando por causa do ocorrido.

—Ah, presidente! Finlmente chegou, estamos om problemas! Disse a vice-presidente.
—Por que está com essa cara de ódio. Perguntou a secretária à presidente.
—Desculpe _______, é que estou com uma raiva daquele loiro, ontem ele invade a escola, e hoje ele entra nela. Então, qual o problema, _______?
—Eh...

O problema obviamente era Masahiro, que estava se divertindo pela escola. O que faz a presidente correr pelos corredores atrás dele. Após um tempo procurando seguindo a trilha de roupas íntimas femininas jogadas pelo chão, ela o encontra no terraço da escola.

—Watanabe! Gritou ela.
—Oh! a presidente que já gravou meu nome, finalmente chegou, estava te esperando!
—Me esperando? Por que?
—Oras, para resolver aquilo de antes,  você também quer, não? Além disso...

Masahiro se teleporta para a frente dela e dá um chute na direção do seu rosto, e, como ele esperava, ela facilmente bloqueia o chute. Então, ele recua usando novamente o teleporte e diz:

—Você é perfeita para ser minha adversária.

E o duelo se inicia. A presidente fica na defensiva enquanto masahiro defere vários chutes combinados com teleportes para impedi-la de contra atacar. Logo, a presidente se afasta e ganha tempo para pensar no que fazer.

—Por que você está lutando contra mim?—Sério? eu estou me teleportando e você quer saber isso? Responde Masahiro.
—Eu me acostumo rápido com as situações

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